domingo, 28 de abril de 2019

terça-feira, 16 de abril de 2019

Feliz Páscoa!

Páscoa
Vida de novo
Que ressurge
Ressurreição
Admiração
De uma nova etapa
Que tapa
ao saber do necessário
Viável
Como o mel...

domingo, 9 de julho de 2017

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

domingo, 16 de outubro de 2016

sábado, 14 de novembro de 2015

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

DUETO MARINA DA PAZ E JOÃO FURTADO


OLHOS D’ÁGUA (Publicada hoje e Destacada no PEAPAZ)
Olhos d’água,
Uma espiral gira em torno de si mesmo,
ora pra fora, ora pra dentro.
Ciclo da água. O universo é movimento.
Curso d’água,
Leito por onde derrama-se a vida.
E assim, o repouso sonoro da emoção.
Chuva de estrelas silenciam este fundo de rio.
Fluxo d’água,
Modera a chegada ao ribeirão.
Caminha...Desliza. Asperge. Abençoa.
Por entre o solo, a nuvem, o sol e o trovão.
Mãe d’água,
Goteja qual lágrima.
Verte, serena, ao coração.
Gruta. Dá origem, fecunda e nutre.
Fonte d’água,
Dessedenta, alimenta e trata.
Frescor, refúgio, harmonia, ecos e som.
Transparência.
Olhos d’água.

Marina da Paz
Brasil, 05 de Agosto de 2015



M - Muito belo seu poema
A - Alentou o meu espirito
R - Rico pela vida contida
I - Imaginei-me longe...
N - Na ilha onde nasci
A - A água a brotar das rochas...

D - De todos os lados possíveis
A - A caminhar para as ribeiras !

P - Pois aqui na terra dos meus pais
A - A água só vem de Céu e nem sempre
Z - Zelosos desesperamos esperando que caia!

M - Minha amiga e poetiza nobre
A - A Água e a chuva só se sabe o valor
R - Recusando elas de aparecer
I - Imaginas tu no deserto sem uma gota
N - Neste estado aqui estamos
A - Animais a morrerem e nada de pasto!

D - De repente cai uma gota do céu
A - A gente do campo semeia e espera...

P - Pinga mas não chove e estraga tudo
A - As sementes apodrecem e não germinam
Z - Zéfiros de esperança se tornam desilusão!

João Furtado
Http://Joaopcfurtado.blogspot.com
Praia, 05 de Agosto de 2015


segunda-feira, 20 de julho de 2015

CABO VERDE

CABO VERDE

C om anos de independência nos hábitos e C ultura festejas quarenta anos de politica
A hora que teus filhos viram subindo no ar,  A bandeira que para todos é o símbolo da liberdade
B oa hora ela subiu e nela incluíramo-nos,   B oa vontade de livres vivermos economicamente   
O bra muito difícil para dez ilhas desérticas  O Homem sonha e as árvores são plantadas.  

V êm as nuvens e anunciam a chuva, será?   V irá e regará ás árvores plantadas ou não?
E is a dúvida que com o povo sempre viva     E acalentada no esforço natural do sacrifício
R esolvemos continuar a plantar e a semear  R egamos muitas vezes com o nosso próprio suor
D eixamos que a sorte fosse possível ser, e,  D o nada espigas se formarem e em pão transformarem 
E sta era a nossa sorte e tivemos que querer E do deserto aos poucos vai surgindo pequenos Oasis.

João Furtado
Praia, 20 de Julho de 2015

Http://joaopcfurtado.blogspot.com

sábado, 17 de janeiro de 2015

DA TERRA SOU E SOU EMIGRANTE - Meu terceiro RODEL Na mala saudade gigante Que aperto está no coração A minha badia com razão Está certamente carente Da terra sou e sou emigrante E volto e espero recepção Levei sonhos volto pedinte Única riqueza é a atenção E a fé de que sou tanto crente Apenas nada, nem pensão Da terra sou e sou emigrante... João Pereira Correia Furtado Praia, 17 de Janeiro de 2015 http://joaopcfurtado.blogspot.com

DA TERRA SOU E SOU EMIGRANTE

Da terra sou e sou emigrante  
E volto e espero recepção       
Na mala saudade gigante        
Que aperto está no coração     

A minha badia com razão       
Está certamente carente          
Da terra sou e sou emigrante  
E volto e espero recepção       

Levei sonhos volto pedinte     
Única riqueza é a atenção       
E a fé de que sou tanto crente
Apenas nada, nem pensão      
Da terra sou e sou emigrante...

João Pereira Correia Furtado

Praia, 17 de Janeiro de 2015
http://joaopcfurtado.blogspot.com

domingo, 28 de dezembro de 2014

2015 SEJA DE PAZ PARA O POVO DO PLANETA TERRA

2015 SEJA DE PAZ PARA O POVO DO PLANETA TERRA
Para todos um belo e Feliz Ano Novo
Com menos sofrimento para o povo
Deste planeta Azul de nome Terra

Que a PAZ ganhe e vença a guerra
Que a harmonia entre os homens o alvo
E que o pensamento seja perfeito e novo

É o ano 2015 que em força aparece

Que traga a alegre PAZ que tanto carece

João P. C. Furtado
Praia 28 de Dezembro de 2014

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

domingo, 7 de dezembro de 2014

AO ENTARDECER O QUADRO CONTINUA

AO ENTARDECER O QUADRO CONTINUA


Ao entardecer na Ilha bela e maravilhosa
Tu e eu… Eu e tu contemplávamos o sol
Peguei-te na mão e via-te amor orgulhosa
Enquanto o Astro Rei escondia atrás do farol

Cansados resolvemos entrar na água… na Praia
Entrelaçados e cheios de sonhos beijávamos
A sombra da noite não reduzia a nossa alegria
Não tínhamos nada além da vida e dos sonhos

E também tínhamos a água tépida do mar
Onde a natureza confundia a sua sublime energia
Com o nosso forte e único deseja de amar
Como era bela a certeza que amanha era outro dia

Mas era mais um dia para o nosso amor se Vibrar
Saímos da água e sentamos ao pé do coqueiro
A Natureza falava mais tudo parecia silenciar
Perante o nosso amor tão nobre e tão verdadeiro

A natureza nocturna acordava ávida de amar
E nós curiosos e amantes comtemplávamos a noite
O mar não se cansava de os nossos pés molhar
E eu não cansava de falar do futuro tal um vidente

Hoje veio a idade mas não levou o desejo de sonhar
Vemos os nossos frutos os mais velhos são pais
E sorrimos para os netos, um a rir e outro a chorar
Ao entardecer o quadro continua cheio de animais

Praia, 18 de Novembro de 2014
João Furtado
http://joaopcfurtado.blogspot.com

sábado, 29 de novembro de 2014

MUITO OBRIGADO ARLETE PIEDADE LOURO

    • PARABÉNS MEU IRMÃO JOÃO FURTADO

L á longe num bairro popular
E ntre a cidade capital e o mar
M ães e amigas por vizinhas

F raternidade sempre a par
E ntre as pedras das calçadas
R uas de gente amiga. ladeadas
R isos na face e nas palavras
E ntre passeios, e ribeiras
I grejas por entre as casas
R ezam missa de madrugada
A ntes que o calor aqueça mais!

P arabéns te envio neste postal
R adiante de alegria e amizade
A ssistindo daqui aos teus sucessos
I nsistes em dividi-los comigo, irmão
A bênção Deus te dê, hoje e sempre!

C abo Verde debaixo de fogo e fumo
A migos e irmãos em sofrimento e dor
B eijos te envio, distribui por todos aí
O s abraços meus também, dá a todos!

V ejo-te em breve irmão mas te envio
E m teu dia deste aniversário, especial
R osas, felicitações e muita amizade 
D á também á querida amiga Isabel
E s Cabo Verde, segunda pátria minha!

Arlete Piedade
  • Amiga e irmã de Santarém
    Recebo com alegria o poema...
    Li e tornei a ler com agrado
    E digo-te com emoção
    Tu me surpreendes amiga
    E me fazes acreditar na amizade


    Para ti um abraço de consideração
    Inspiro no teu talento para escrever
    E te enviar este acróstico com teu nome
    De propósito único dizer-te obrigado e enviar-te
    Abraços tão merecidos para ti irmã
    Desejo também tudo de bom e melhor
    E espero que teus sonhos se realizam

     Levantei de cama e depois de orar
    O meu computador abri e estou aqui...
    Um sentimento de alegria encheu o coração
    Recordando a nossa amizade e também
    O convívio superiormente vivido e te digo....

           OBRIGADO PELO POEMA E ENVIO DE PARABÉNS!

    João P. C. Furtado
    Praia, 29 de Novembro de 2014
    http://joaopcfurtado.blogspot.com.
  • PARABÉNS MEU IRMÃO JOÃO FURTADO

L á longe num bairro popular
E ntre a cidade capital e o mar
M ães e amigas por vizinhas

F raternidade sempre a par
E ntre as pedras das calçadas
R uas de gente amiga. ladeadas
R isos na face e nas palavras
E ntre passeios, e ribeiras
I grejas por entre as casas
R ezam missa de madrugada
A ntes que o calor aqueça mais!

P arabéns te envio neste postal
R adiante de alegria e amizade
A ssistindo daqui aos teus sucessos
I nsistes em dividi-los comigo, irmão
A bênção Deus te dê, hoje e sempre!

C abo Verde debaixo de fogo e fumo
A migos e irmãos em sofrimento e dor
B eijos te envio, distribui por todos aí
O s abraços meus também, dá a todos!

V ejo-te em breve irmão mas te envio
E m teu dia deste aniversário, especial
R osas, felicitações e muita amizade 
D á também á querida amiga Isabel
E s Cabo Verde, segunda pátria minha!

Arlete Piedade

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

DIA DA CONSCIENCIA NEGRA



De África e negro sou e afirmo
Identidade minha é negra
Apenas quero dizer o que penso…

Deixem-me pedir a consciência
Aqui e agora… A consciência humana

Como ontem triste e muito triste estive
O pedido… Faço-o hoje e agora e aqui
Não quero consciência com cores e tonalidades
Sinto que precisa-se de uma consciência humana
Como respeito pelo ser humano e pela natureza
Imaginar em cada ser vivo um irmão
Especial e igual na diferença e no pensamento
Negar para sempre as fúteis guerras
Construir a compreensão e a PAZ
Incluir todos neste PLANETA AZUL e
Acreditar que ele pertence a todos seres vivos

Não importa a pele, a raça ou a religião
Este é o DIA que eu quero e desejo
Gente humana de bem e de PAZ
Reflectindo no futuro de todos e sentir
A Natureza alegre por ver a IGUALDADE e a FRATERNIDADE!  

João Pereira Correia Furtado
Praia, 21 de Novembro de 2014
http://Joaopcfurtado.blogspot.com 

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Andante du Concerto en Sol - Vivaldi

PARA ARLETE PIEDADE LOURO



A Andei por cá a vasculhar minha amiga
R Revolvi todos os poemas escritos
L Lembrando neles os mil amigos
E E não encontrei nada que a ti me liga
T Talvez… Se fizesse um poema
E E tu, minha amiga fosse o tema?


A Aprendi contigo tanta coisa linda
R Recordo-me dos poemas e poesias
L Lindas e escritas por ti e as alegrias…
E Elas me davam e me dão ainda querida
T Tu nem imaginas minha amiga a satisfação
E E a ideia de duetos… E a tua perfeição

A Ao escrever-te este acróstico pertinente
R Recorro a minha cansada memória
L Lembro-me de muito, mas com angustia
E Estou certo que esquecei de importante,
T Talvez das melhores, parte da nossa amizade
E Espero que me perdoes, não é verdade?

Praia, 04 de Novembro de 2014
João Furtado
http://joaopcfurtado.blogspot.com

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A FILHA DO ESTUPRO




A FILHA DO ESTUPRO

Vivia com a minha mãe, nós as duas e as nossas e os nossos vizinhos, eu tinha 12 anos e ia fazer treze brevemente. Tinha um corpo um pouco desenvolvido e para a ilha, onde a maioria cresce lentamente e aos 13 anos muitas das vezes nem sinais de seios… Os meus treze anos me colocavam num patamar de quase uma mulherzinha. Mas em contrapartida me sentia uma criança, principalmente por ser filha de mãe-solteira, se é que exista mãe-solteira. Preferia dizer de pai ausente. As minhas carências afectivas eram enormes.
A minha mãe esquecida de ter uma filha de pai ausente já sonhava com um bom marido para mim em vez de sonhar com uma boa escola e uma boa formação.
Esqueci-me de me apresentar, sou Laurentina Maria Lara da Silva e actualmente tenho vinte e cinco anos, sou mãe de um filho de 6 anos de idade. Vivemos os dois, o pai, casado com outra mulher, quase nunca aparece e eu não faço questões da sua presença, aliás prefiro a sua ausência. Mas não é do meu adorado filho nem do seu pai que quero falar. É dum pesadelo que tive quando apenas tinha quase 13 anos de idade.
A minha mãe tinha e talvez ainda tem uma amiga íntima. A amiga estava em contas com a Justiça e precisou de arranjar um advogado. Conseguiu um, não recordo, aliás não sei se foi porque o pagou ou se foi um destes casos frequentes do advogado nomeado pela Justiça. A lei não permite julgamento sem estes, para mim, monstros da lei.  Não sei como e nem porquê o Senhor advogado tornou-se no amigo das duas amigas Laurentina da Silva, a minha mãe e Maria Lara a sua amiga, é no meu nome que se comprova quão amigas as duas eram.
Quanto ao advogado, este apresentou-se sempre com o nome de Senhor Advogado Court Lawyer  ou simplesmente senhor Lawyer. Era um homem muito simpático, não obstante a avançada idade. Estava sempre a me contar histórias e a brincar comigo. Eu quase o idolatrei até que aconteceu o que nunca devia ter acontecido.
Um dia a minha mãe e a amiga dela saíram. A mim a minha mãe me disse que ia com a amiga ao consultório do Dr. Lawyer. Eu já era crescida e podia ficar sozinha em casa até chegar a hora de ir para a escola. O almoço estava na panela e era apenas eu me servir e comer. Era normal, foi assim desde quando eu tinha apenas 6 ou pouco mais. Ela, a minha mãe era uma espécie de compras e vendas, ela era uma “rabidante”.  Saíram, eu fiquei em cassa. Chegou a hora da escola, peguei na pasta e coloquei as costas, senti alguém a bater na porta, nem perguntei, pensei que era a Lourdes, minha colega, íamos sempre juntas. Abri a parta e era ele,  nem me veio a cabeça que a minha mãe e a amiga foram precisamente ao escritório do Dr. Court Lawyer…
Ele entrou e me acariciou como de costume e perguntou-me se ia a escola, eu disse que sim e ele se ofereceu para me dar a boleia. Esqueci-me por momento da Lourdes. Sai e tomei a boleia. Mal entrei no carro senti-me tal “A Capuchinho Vermelho” perante o Lobo… Ele acariciou-me de novo e senti que a caricia era diferente, era quase como o sempre, mas diferente a diferença que se foi acentuada até… Até ele dizer que ia me dar um passeio. Comecei a sentir-me traída e enganada… Quis sair do carro, não me importava as consequências da provável queda, mas não consegui. As portas estavam bloqueadas. Tentei gritar, pedir socorro… Nada a música estava alta e enchia tudo a volta…. O pior…
O pior foi o sorriso dele a afirmação que o carro era a prova de bala e do som, este é um “topo-da-da-gama” em segurança e que lá dentro estamos “seguros”  aprendi a diferença entre seguro e seguro… enfim…. O nojo tomou conta de mim… Paralisada senti-me um trapo, perdi naquele momento toda a confiança no homem… Pouco recordo da dor, do que aconteceu… Recordo sim do que senti-me, estuprada, violada, vencida pela maldade… Recordo-me que entramos numa das poucas florestas que existem nos subúrbios….
Senti-me humilhada, cheia de nojo e suja… Sobretudo senti vergonha de mim mesma e medo de dizer que aquele homem tão cordial era um monstro… Quem acreditaria em mim?
Minha mãe ela e só ela podia e devia acreditar em mim, humilhada, suja e cheia de vergonha fui conta-la, não sei onde fui buscar toda a coragem e menos ainda sei onde encontrei coragem para receber e ouvir e assimilar a resposta da minha mãe, afinal estava eu a pagar a violação que o meu ausente pai actuo sobre ela. Ela me disse que devia ter a mesma postura, pois ela não foi chorar perante ninguém… Paguei com estupro o estupro do meu pai à minha mãe… Sou a filha do estupro…
E hoje? Vivo na mesma rua como a minha mãe e a amiga dela, mas não tenho nem a coragem nem a vontade de ir a casa dela e falar com ela e a amiga. O advogado conseguiu livrar a amiga da embrulhada, diga-se de passagem, que nunca me importei de saber o que era, e o Senhor Dr. Advogado Court Lawyer é o santo das duas amigas!

Nota – Uma moça de 25 anos, alegre e bela, não a conheço pessoalmente. Ela viu o meu blogue e várias vezes pediu-me para encontrarmos… Não tive tanta coragem e ontem ela se abriu para mim no FACEBOOK e eu escrevi o “conto” ou a realidade acima. Os nomes… São da minha invenção... As lágrimas dela e minha, pois chorei assim que terminei de escrever este conto ou esta realidade, pois os actos são reais!
  
Praia, 29 de Outubro de 2014
João Pereira Correia Furtado
    

terça-feira, 28 de outubro de 2014

RESPOSTA PARA Gilberto Nogueira de Oliveira

RESPOSTA PARA Gilberto Nogueira de Oliveira

G ente assim também existiu
I nfelizmente nas roças ouvi dizer
L embrança de infância algo ficou
B em... Com o tempo chegaram
E ergueram bandeiras mais belas
R esplandecente o sol também
T eve razões para sorrir um pouco
O dinheiro este continuo tão pouco, tão pouco...


N ada na barriga ela continuou vazia
O açoite acabou e o trabalho livre
G entilmente só quem queria e podia
Ú nica certeza é que nem com ele
E muito menos sem ele para se viver
I nfelizes eles sonhavam com a Ilha
R espiravam e suspiravam com o regresso
A inda continuam a respirar e a suspirar... É LONGE E ILHA!


O ntem chegaram quatro e para... dizem
L embrança e matar a saudade
I nfelizes não viram nada do que deixaram
V er 1947 em 2014 é obra de magia
E vão regressar... Tudo está diferente
I nfelizmente as raízes deixadas verdes
R essequidas e mortas estão há anos
A s poucos restantes olvidaram a memória!

Praia, 28 de Outubro de 2014
João Pereira Correia Furtado