segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

domingo, 16 de outubro de 2016

sábado, 14 de novembro de 2015

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

DUETO MARINA DA PAZ E JOÃO FURTADO


OLHOS D’ÁGUA (Publicada hoje e Destacada no PEAPAZ)
Olhos d’água,
Uma espiral gira em torno de si mesmo,
ora pra fora, ora pra dentro.
Ciclo da água. O universo é movimento.
Curso d’água,
Leito por onde derrama-se a vida.
E assim, o repouso sonoro da emoção.
Chuva de estrelas silenciam este fundo de rio.
Fluxo d’água,
Modera a chegada ao ribeirão.
Caminha...Desliza. Asperge. Abençoa.
Por entre o solo, a nuvem, o sol e o trovão.
Mãe d’água,
Goteja qual lágrima.
Verte, serena, ao coração.
Gruta. Dá origem, fecunda e nutre.
Fonte d’água,
Dessedenta, alimenta e trata.
Frescor, refúgio, harmonia, ecos e som.
Transparência.
Olhos d’água.

Marina da Paz
Brasil, 05 de Agosto de 2015



M - Muito belo seu poema
A - Alentou o meu espirito
R - Rico pela vida contida
I - Imaginei-me longe...
N - Na ilha onde nasci
A - A água a brotar das rochas...

D - De todos os lados possíveis
A - A caminhar para as ribeiras !

P - Pois aqui na terra dos meus pais
A - A água só vem de Céu e nem sempre
Z - Zelosos desesperamos esperando que caia!

M - Minha amiga e poetiza nobre
A - A Água e a chuva só se sabe o valor
R - Recusando elas de aparecer
I - Imaginas tu no deserto sem uma gota
N - Neste estado aqui estamos
A - Animais a morrerem e nada de pasto!

D - De repente cai uma gota do céu
A - A gente do campo semeia e espera...

P - Pinga mas não chove e estraga tudo
A - As sementes apodrecem e não germinam
Z - Zéfiros de esperança se tornam desilusão!

João Furtado
Http://Joaopcfurtado.blogspot.com
Praia, 05 de Agosto de 2015


segunda-feira, 20 de julho de 2015

CABO VERDE

CABO VERDE

C om anos de independência nos hábitos e C ultura festejas quarenta anos de politica
A hora que teus filhos viram subindo no ar,  A bandeira que para todos é o símbolo da liberdade
B oa hora ela subiu e nela incluíramo-nos,   B oa vontade de livres vivermos economicamente   
O bra muito difícil para dez ilhas desérticas  O Homem sonha e as árvores são plantadas.  

V êm as nuvens e anunciam a chuva, será?   V irá e regará ás árvores plantadas ou não?
E is a dúvida que com o povo sempre viva     E acalentada no esforço natural do sacrifício
R esolvemos continuar a plantar e a semear  R egamos muitas vezes com o nosso próprio suor
D eixamos que a sorte fosse possível ser, e,  D o nada espigas se formarem e em pão transformarem 
E sta era a nossa sorte e tivemos que querer E do deserto aos poucos vai surgindo pequenos Oasis.

João Furtado
Praia, 20 de Julho de 2015

Http://joaopcfurtado.blogspot.com

sábado, 17 de janeiro de 2015

DA TERRA SOU E SOU EMIGRANTE - Meu terceiro RODEL Na mala saudade gigante Que aperto está no coração A minha badia com razão Está certamente carente Da terra sou e sou emigrante E volto e espero recepção Levei sonhos volto pedinte Única riqueza é a atenção E a fé de que sou tanto crente Apenas nada, nem pensão Da terra sou e sou emigrante... João Pereira Correia Furtado Praia, 17 de Janeiro de 2015 http://joaopcfurtado.blogspot.com

DA TERRA SOU E SOU EMIGRANTE

Da terra sou e sou emigrante  
E volto e espero recepção       
Na mala saudade gigante        
Que aperto está no coração     

A minha badia com razão       
Está certamente carente          
Da terra sou e sou emigrante  
E volto e espero recepção       

Levei sonhos volto pedinte     
Única riqueza é a atenção       
E a fé de que sou tanto crente
Apenas nada, nem pensão      
Da terra sou e sou emigrante...

João Pereira Correia Furtado

Praia, 17 de Janeiro de 2015
http://joaopcfurtado.blogspot.com